Saiba como valorizar seu carro usado no momento de vendê-lo.

Quando chega o momento em que precisamos revender um carro, sempre surgem dúvidas sobre como podemos obter a melhor negociação possível sobre ele. E nesse sentido, todos já estão cansados de saber que o estado de conservação do automóvel influência sobre o seu preço de venda.

Porém, é importante salientar que somente esse fator não é o suficiente. Ainda são considerados fundamentais outros detalhes que farão a diferença na hora da avaliação e venda do carro.

Você quer saber como valorizar o seu usado na hora de efetivar uma revenda? Então, trazemos cinco dicas imperdíveis e que irão te ajudar muito nesse sentido. Confira já.

Documentação em dia

Pode parecer um tanto quanto óbvio, mas algumas pessoas ainda esquecem de quitar o IPVA, multas e o licenciamento e seguro obrigatório do veículo. Como se sabe, esses documentos são necessários para que se consiga vender um carro, já que a falta deles em dia pode passar uma imagem de desleixo por parte do motorista durante a avaliação.

Pesquise e tenha a certeza de que não há pendências e que os documentos estão regularizados com o Detran.

Limpeza e Acabamento

A aparência é ainda um dos fatores mais importantes, pois reflete os cuidados do dono. Porém, para alcançar o máximo possível em uma avaliação de venda, é preciso cuidar da limpeza geral do automóvel.

Por isso, o ideal é que se realizem todos os procedimentos estéticos de cristalização e de polimento do carro, com atenção especial para a parte interna. Com isso, tem-se uma melhora significativa em alguns arranhões ou na recuperação do brilho original da pintura.

Ressalta-se sobre a lavagem técnica do motor, já que avaliadores com certeza irão verificar sobre as condições da conservação desse detalhe. O melhor é sempre encontrá-lo limpo e com aparência de novo.

Priorize o original

Na hora de vender o seu carro, tenha em mente que muitos objetos personalizados acabam dificultando a aceitação do mesmo pelo público em geral. Sendo assim, quando iniciar o processo de negociação, elimine aqueles itens que você utilizou para customizar o veículo.

Isso é válido para os elementos estéticos como para as peças. E quando falamos em itens originais, incluímos também as chaves reservas e o manual do proprietário.

Porém, não desanime pelos itens que foram retirados. Saiba que o seu investimento ainda possui o seu valor. Verifique a viabilidade de utilizá-los quando for adquirir um novo carro, ou opte por vendê-los separadamente.

Reparos quando necessário

Faça reparos somente quando for necessário. Arranhões superficiais, por exemplo, são removidos em tratamentos de acabamento.

Portanto, não se arrisque a retocar uma pintura de forma a deixar marcas não uniformes no carro. Novamente se ressalta que, quando tratamos do visual, o original ainda se sobressai.

Pesquise sobre o valor da revenda

Um dos erros mais comuns é revender o carro sem que se tenha nenhuma noção do preço médio de mercado do carro. Por isso, para buscar informações nesse sentido, uma das principais fontes de dados para os preços de seminovos é a tabela FIPE.

Nela, há informações preciosas sobre cada modelo. Porém, ressalta-se que ela não pode ser a única base de pesquisa. Leve em conta alguns fatores, como é o caso da quilometragem do carro.

Outra dica é dar uma olhada em lojas de veículos usados, solicitando uma avaliação, ou ainda pesquisar em sites com anúncios parecidos com o seu. Com isso, pode-se ter uma ideia mais aproximada e segura sobre o valor real do automóvel.

Esperamos que essas dicas tenham te ajudado um pouco mais no caminho da sua negociação. E se você possui outra sugestão, conte para as outras pessoas nos comentários.

Por Kellen Kunz

Carros usados


Problemas no Carro podem ser causados por Animais Pequenos. Confira aqui algumas dicas de como evitar.

Imagine que você tenha um modelo de carro relativamente antigo. A tendência mais lógica é que quanto mais velho ele for mais os problemas deverão aparecer. A questão é que nem sempre é um problema técnico e pode ter relação com causas que nem sequer pensamos. Um bom exemplo é ter a fiação do automóvel roída por ratos. Difícil de acontecer? Não. Problemas no carro que são causados por pequenos animais são mais comuns do que se imagina.

Até parece brincadeira, mas tanto ratos quanto gatos estão de acordo quando o assunto é o carro. Ambos adoram o ambiente. O motivo é bem simples, os felinos, por exemplo, gostam de se abrigar em locais quentes e por isso na maior parte das vezes se embrenham pelo compartimento do motor. Caso o motorista não perceba nada antes de virar a chave do carro ele pode acabar matando o animal devido ao movimento da correia.

Já os ratos habitualmente sempre estão em busca de um local para se esconderem. Os carros não são exceção para eles. Ratos podem ser atraídos pelos mais variados aspectos. Talvez o carro tenha fica parado por muito tempo ou alguém deixou algum resto de alimento por perto e etc.

Quando pesquisamos um pouco sobre o assunto, principalmente considerando as empresas de higienização de carros, vamos encontrar os casos mais estranhos possíveis como, por exemplo, um rato morto no duto ventilação. Daí já imaginou o trabalho. Primeiro para achar o rato conforme o caso será necessário desmontar alguma coisa. Outro ponto péssimo é que cheiros impregnam facilmente em carros. O de animais mortos pior ainda, sem contar os casos em que mesmo depois de uma limpeza pesada o odor ruim ainda permanece.

De qualquer forma, é bom ficar atento a alguns pontos tanto pela proteção do veículo, do condutor e até do animal que por acaso possa estar escondido no carro.

Confira algumas dicas para ficar de olho:

– Cuidado com a ração de animais: Manter a ração de animais domésticos sempre fechada e não deixar nada como sobra onde ela é servida já é um começo. Imagine que você costuma alimentar seu cão em sua garagem, se sobrou algo na vasilha de alimentação a probabilidade dos restos atraírem ratos é grande.

– Atenção as luzes do painel: Se notar que há sinais apontando falhas nos freios e ABS e até no airbag, é bom dar uma conferida uma vez que isso pode indicar que algum tubo flexível ou fio foi danificado.

– Cuidado com animais domésticos dentro dos carros: Esse é um alerta principalmente para quem possui cães pequenos, por exemplo. Por natureza eles gostam de sair por aí mordendo coisas, em um simples descuido podem acabar mordendo os fios do sensor de presença que ficam embaixo dos bancos da frente.

– Limpeza: Sempre verifique se ninguém deixou nada dentro do carro que possa atrair insetos ou pequenos animais. Em especial as crianças que volta e meia deixam algo cair nos bancos ou no piso.

Por Denisson Soares


Confira aqui mais informações sobre os cuidados que o motorista deve ter na hora de trocar os pneus do carro.

Pneus velhos recauchutados, prazo de garantia fixado para os pneus, tipos diferentes de pneus, pneus que carregam diferentes tipos de carga, conduções diferenciadas, estradas por onde trafegam, entre outros fatores, mas quando é a hora certa de trocá-los?

Os chamados TWI (Tread Wear Indicator) são os indicadores de desgaste no envolto (piso) do pneu, ou seja, quando sua borracha está totalmente lisa e já perdeu sua profundidade inicial entre os sulcos de 1,6 mm, é sinal de que ele precisa ser trocado. É o famigerado pneu “careca” totalmente nocivo à segurança do veículo, do condutor, dos passageiros e sujeito à multa.

É também por meio desses indicadores que os condutores podem acompanhar algum desgaste excessivo nos pneus, provenientes de maior cuidado com a calibragem, o alinhamento e o balanceamento deles, uma vez que em casos menos frequentes, os pneus podem ter algum sulco específico se desgastando mais do que os demais.

Vale lembrar que os indicadores oficiais não se aplicam aos pneus com bolhas, rasgos ou alguma natureza de perfuração. Nessas ocasiões, a troca deverá ser feita o mais rápido possível.

Seja no caso das motocicletas, seja no caso dos carros e caminhões, a orientação é que os pneus sejam trocados ao mesmo tempo. Os motociclistas têm o costume de substituir primeiro o pneu traseiro, cuja vida útil é menor e, em seguida, o pneu dianteiro; o que não é o mais correto, o mesmo acontece com alguns motoristas, que substituem um ou dois de seus quatro pneus. O mais indicado é que os conjuntos sejam substituídos ao mesmo tempo, caso eles, idealmente, tenham sido gastos de maneira uniforme e estejam todos nas mesmas condições. Mas, se não há possibilidade de que todos sejam suplantados, a dica é que se priorizem de fato os pneus traseiros, que são responsáveis pela estabilidade do veículo.

Por fim, pneus “carecas” ou danificados em qualquer nível não somente representam mais gasto e menos vida útil ao item, mas uma afronta real à segurança de todos. Dirigibilidade comprometida, frenagem de controle imprevisível, aderência irregular ao solo e total vulnerabilidade durante o tráfego.  Não perca mais tempo e coloque nossas dicas em prática! E aí!? Já está na hora de cuidar de seus pneus?

Flávia Alves Figueirêdo Souza





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