Carros Reestilizados que Não Deram Certo no Mercado



  

Descubra aqui alguns modelos de carros que foram reestilizados e que não deram certo.

A tarefa de modernizar algo velho com certeza deve ser bem difícil e quando se trata de carros ou outros objetos, cabe ao designer reinventar um modelo desajeitado ou antigo, o que nem sempre dá certo.

O maior erro dos designers na maioria das vezes é estragar algo que já estava bom. Trabalhar com modelos que fizeram sucesso é o maior desafio deste profissional, pois terá que mudar algo que era bom para o mercado, que marcou uma geração e que pela demanda do mercado pode ser vendido novamente ao grande público com um novo visual, sendo necessário uma reestilização que tem grandes chances de não ser bem aceita.

Atualizar o formato de automóveis anteriores é com certeza uma das práticas mais comuns da indústria automobilística. Como na maioria das vezes o resultado não sai como o esperado, decidimos mostrar para vocês reestilizações que não deram muito certo.





Fiat Uno/Mille (Brasil-2004)

O Uno original é o primeiro modelo da lista, que nos anos 80 fez realmente muito sucesso, ao ser criado pelo Gorgetto Giurgiaro, que o concebeu com formas quadradas e que priorizavam principalmente o espaço interno. Adquiriu apelidos como “botinha ortopédica”, pelas suas formas retas. Em 2004, a Fiat decidiu relançar o automóvel que fez um incrível sucesso, rebatizado agora como Mille e com uma dianteira com faróis menores misturado com um filete de grades que tirou totalmente a imponência do carro popular. Foi duramente criticado e mesmo assim permaneceu intocado pela empresa, sendo retirado do mercado em 2013 pela exigência de novos automóveis terem airbag duplo e freio ABS.

Hyundai Tiburon (Coréia do Sul-1999)

Este com certeza é o modelo que mais trouxe lástimas. Mas inicialmente o Tiburon, que significa tubarão, foi lançado nos anos 90 sem grande prestígio, pois a Hyundai não tinha adquirido o status dos dias atuais. A empresa sul-coreana chegou até mesmo a importar o modelo para o Brasil, com especificações de um motor 2.0 de 140cv, conseguindo empolgar quem adquiriu o veículo. A lástima aconteceu posteriormente, em 1999, com a incrementação de faróis redondos , considerados de gosto estranho pelo tamanho da grade frontal, causando uma desarmonia. O modelo nem mesmo chegou a ser comercializado no Brasil.

Por Denisson Soares



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